Renata Coelho
Direção de OperaçõesCoordena o centro de monitoramento e a política de resposta. Passou onze anos em times de defesa antes de fundar a Orqavena.
A Orqavena nasceu de uma constatação simples: a maioria das falhas não vem de tecnologia frágil, e sim de operações que ninguém acompanha de perto. Existimos para acompanhar.
Começamos em 2015 dentro de um centro de operações de uma fintech paulistana. A cada incidente, ficava evidente que o problema raramente era o alerta que soava — era o alerta que passava despercebido no meio de milhares.
Reunimos analistas de resposta, especialistas em intrusão e profissionais de governança em uma equipe pequena e deliberadamente próxima de cada cliente. Preferimos poucos ambientes bem compreendidos a muitos ambientes mal atendidos.
Não vendemos a sensação de segurança. Descrevemos o risco com honestidade, mostramos o caminho que um adversário percorreria e priorizamos o que precisa ser resolvido primeiro.
Quando um incidente acontece, ficamos ao lado da sua equipe até o ambiente voltar ao controle. Depois, revisamos o que aprendemos e ajustamos a defesa. Segurança, para nós, é um ciclo — nunca um relatório final.
O adversário estuda sua operação com paciência. Nossa obrigação é conhecê-la melhor do que ele.
Orqavena — postura de trabalho
Um grupo enxuto, com responsabilidade clara sobre cada frente. Sem camadas que afastam quem decide de quem executa.
Coordena o centro de monitoramento e a política de resposta. Passou onze anos em times de defesa antes de fundar a Orqavena.
Lidera as simulações de ataque sobre aplicações, redes e nuvem. Acredita que um bom relatório vale pela ordem de prioridade, não pela extensão.
Traduz exigência regulatória em prática que a equipe consegue manter. Conduz adequações à Lei 13.709/2018 e o diálogo com a ANPD.